sábado, 23 de junho de 2012

Academias Acessíveis






O Governo do Estado inicia na próxima sexta-feira, 22 de junho, a entrega de espaços públicos no interior do estado, reformados e adaptados com acessibilidade para pessoas idosas e pessoas com deficiência. Ao todo são 20 espaços, incluindo a Praça Luiza Távora, onde funciona desde o ano passado uma academia de baixo impacto, atendendo a um público diversificado, com ênfase nos dois segmentos especiais e que serviu de parâmetro para os outros.


Os primeiros municípios contemplados são Baturité e Capistrano, onde arquitetos e engenheiros da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social – STDS, executaram os serviços de reconstrução de pisos, restauração de equipamentos existentes e instalaram aparelhos de ginástica de baixo impacto. O Secretário da STDS, Evandro Leitão, juntamente com os prefeitos e técnicos da STDS e do Gabinete da primeira Dama, fará as inaugurações, às 10:30 e 12 horas, respectivamente.


A ação faz parte do Programa Ceará Acessível, concebido pelo Governo do Estado, por iniciativa da Primeira Dama, Maria Célia Habib Moura Ferreira Gomes, e desenvolvido pelas Secretarias do Governo, envolvendo ações diversas de acessibilidade e inclusão. Conduzido pela Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para os idosos e as Pessoas com Deficiência, o Programa atua de forma intersetorial, com o intuito de disseminar a cultura da acessibilidade, que vai além de ações materiais e obras físicas, para garantir a todos os cidadãos, os direitos fundamentais, que incluem a autonomia, o direito de ir e vir, sem barreiras físicas e atitudinais.

A proposta do Governo do Estado com a academia acessível é transformar o espaço público num lugar de convivência para todos, incluindo as pessoas com algum tipo de limitação. É mais um passo bem sucedido do Programa Ceará Acessível que vem buscando quebrar paradigmas limitantes e discriminatórios, conduzindo a nossa sociedade para um modelo mais igualitário e justo”, diz a coordenadora especial de Políticas Públicas para os idosos e as pessoas com deficiência, Isabel Pontes.



Volia Maria Fonseca Rocha
Assessoria de imprensa

I Seminário sobre Direitos da Pessoa com Deficiência 06/07/12


http://www.portalinclusivo.ce.gov.br/index.php/noticias/931-i-seminario-sobre-direitos-da-pessoa-com-deficiencia

sábado, 16 de junho de 2012


Criança de cinco anos consegue falar graças a laptop high-tech
23/05/2012

A pequena inglesa de cinco anos Lexie Cooper-Barnes, que sofre de paralisia cerebral, conseguiu falar graças à tecnologia. Usando um laptop high-tech, semelhante ao adotado por Stephen Hawking, a menina disse “eu te amo” pela primeira vez à sua mãe, Charlene Barnes.
"Foi uma experiência incrível. E ela está muito animada porque, pela primeira vez, teve voz. Meus olhos ficaram marejados. Agora, ela pode ter amigos e aproveitar a escola como qualquer criança. Isso é o melhor sentimento do mundo”, disse Charlene.
Com ajuda do laptop, a menina usa os olhos para escolher as palavras que quer falar. De acordo com o grupo de médicos que cuida de Lexie, ela tem uma habilidade mental muito grande para uma pessoa com as suas condições. “Os médicos ficaram impressionados com o resultado. A resposta de todos foi ótima e fico grata de ela estar podendo se comunicar da forma que sempre quis. Ela tem muita coisa na cabeça, dá para ver em seus olhos. Este equipamento desbloqueou todo este potencial, tornando a sua vida mais fácil”, completou a mãe.
Para comprar o aparelho, que custa £ 20 mil (cerca de R$ 60 mil), o pai da menina, um contador, organizou vários eventos de angariação de fundos. Lexie Cooper-Barnes foi diagnosticada com paralisia cerebral aos 11 meses e é uma das quase duas mil crianças diagnosticadas com esse problema, por ano, na Inglaterra.
FONTE: www.deficientesemacao.com/tecnologia/4415-crianca-de-cinco-anos-consegue-falar-gracas-a-laptop-high-tech


sábado, 26 de maio de 2012

Tecnologia Assistiva

Algumas ações voltadas à promoção da inclusão na EMEIF Rachel de Queiroz


-Disponibilização de uma Sala de Recursos Multifuncionais com mobiliário, material pedagógico e equipamentos específicos;
-Oferta de Atendimento Educacional Especializado (AEE), com profissional especialista e qualificada para o atendimento dos alunos que apresentam NEE matriculados na EMEIF;
-Adequação dos espaços físicos da escola, bem como, obtenção de material didático e paradidático que garantam acesso, aprendizagem e permanência dos alunos com NEE na EMEIF;
-Orientação dos professores no sentido de: acolher, conhecer, respeitar e saber trabalhar em um ambiente de diversidade elevando o potencial para a aprendizagem dos alunos com NEE;
-Elaboração e desenvolvimento de material didático adaptado para uso de todos os alunos da escola.

Patente cearense disponibiliza tablet em braile



Equipamento também possui a função de sintetização de voz e deverá estar no mercado a partir do ano que vem.
Um dos principais desafios dos "deficientes visuais" é ter acesso à leitura em braile de 100% de qualquer texto produzido no Brasil ou no mundo. Esse sonho deve ser possível a partir de 2012 graças ao Projeto Portáctil desenvolvido por professores do Instituto Federal do Ceará (IFCE) juntamente com a empresa incubada AED Tecnologia. O equipamento é capaz de permitir a leitura de documentos impressos ou digitalizados, bem como a escrita de documentos, utilizando uma ou mais células braile.
A câmara do tablet fotografa a folha do livro, que é escaneada em OCR e transformada em texto editável. "O tablet, que possui a interface feita no Android, permite comunicação via bluetooth para mostrar, numa célula braile com formato de mouse, o que está sendo lido no texto, dando ao usuário total controle de navegação sobre o texto exibido nessa modalidade de linguagem", explica um dos "inventores" pertencente à empresa incubada, Heyde Leão.
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Também serão traçadas estratégias pelo MEC para que possa entrar em fase de produção, a partir de licitação, pela indústria nacional. "Será um novo tempo para o deficiente visual", afirma. O projeto tem à frente o professor Anaxágoras Maia Girão, também coordenador geral do Portáctil. Segundo ele, o projeto, coordenado pelo Laboratório de Pesquisa Aplicada e Desenvolvimento em Automação, ainda possui função de sintetização de voz, permitindo a leitura aos que não dominam a linguagem braile.
O objetivo do projeto é a inclusão de "deficientes visuais" na educação, salienta Heyde Leão. Segundo ele, o tablet poderia ser um diferencial, uma vez que é bastante custosa a produção de livros em braile. Um livro em braile, além do tamanho grande, precisa de mais de um volume para nele caber o original da edição comum. "O tablet pode armazenar muitos livros em braile", destaca.
Um dos integrantes da equipe, professor Elias Teodoro Júnior, ainda lembra que o equipamento se comunica com o tablet via bluetooth, o que permite que, na ausência do tablet, possa ser usado num celular do tipo smartphone. De acordo com o professor, a iniciativa tem como objetivo assegurar a inclusão de "deficientes visuais" na modernidade da educação. "Atualmente, temos pouca literatura em braile e a um custo muito alto. Esse equipamento possibilitará a leitura de qualquer documento". O Projeto Portáctil, tem patente depositada junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi).
O equipamento possibilita a escrita, outra função adicional. Para Heyde Leão, ainda não é possível definir preço, uma vez que o MEC colocará os resultados do projeto em licitação pública para a indústria, sendo vencedora a proposta mais barata e de mais qualidade. Para dar uma ideia de comparação, ele cita o preço da máquina de braile, que tem mais de 60 anos no mercado e custa entre R$ 6 mil a R$ 7 mil. "As pessoas precisam desse tipo de solução para uma vida mais digna. Os valores finais devem ser justos".

Texto adaptado da matéria de
LÊDA GONÇALVESREPÓRTER 
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1065041

Lançamento do livro "A FLOR DE SETE PÉTALAS".